segunda-feira, 11 de junho de 2012

União, Estado e municípios oferecem 31.878 vagas para todos os níveis.
SELEÇÕES ABERTAS! Mais informações na aba superior "CONCURSOS PÚBLICOS" em nosso blog. :)

Simulado do Sistema de Alerta e Alarme mobilizou agentes da Defesa Civil em 20 pontos de Teresópolis


 Na manhã do último domingo, dia 10, a Prefeitura realizou um simulado para verificar o funcionamento das 20 sirenes do Sistema de Alerta e Alarme implantado pela Defesa Civil Estadual em Teresópolis. Acionadas simultaneamente, por sistema remoto através da internet, na Sala de Operações da Defesa Civil Municipal, todas as sirenes soaram. Apenas a sirene instalada no Fischer precisou ser acionada manualmente. O teste foi acompanhado por agentes da Defesa Civil Municipal, por representante da Secretaria Estadual de Defesa Civil e por radioamadores.

A simulação, que acontece todos os meses, sempre no dia 10, tem o objetivo de verificar, dentro de um período de normalidade, se há necessidade de reparos ou ajustes. “A ação deste mês não contou com a mobilização da comunidade. Fizemos o teste apenas para verificação do sistema e para checar alguns pequenos problemas e a melhor forma de os solucionarmos. Quando é constatada alguma falha, uma equipe de manutenção inicia, imediatamente, os reparos necessários”, explicou o Coronel Roberto Silva, Secretário Municipal de Meio Ambiente e Defesa Civil. Segundo ele, o sinal de internet não estava funcionando no Fischer e, por isso, foi necessário o acionamento manual do sistema na localidade. “A sirene do Fischer está instalada em um vale e, por isso, o sinal da internet oscila. Estamos avaliando, juntamente com os técnicos responsáveis, a melhor forma de solucionar esta questão”, detalhou o Secretário.

O Tenente-Coronel Leal, responsável pela Defesa Civil Estadual na Região Serrana, também acompanhou o simulado. “É muito importante a verificação periódica do sistema e a análise se as sirenes estão tocando, em períodos de normalidade, dentro dos padrões esperados para que, em caso de necessidade real de acionamento, não haja nenhum problema”, disse o Tenente-Coronel Leal.

Atualmente, Teresópolis conta com 20 sirenes do Sistema de Alerta e Alarme em 12 comunidades: Rosário (2), Perpétuo (2), Pimentel (1), Vale da Revolta (2), Coreia (2), Fonte Santa (2), Quinta Lebrão (2), Fischer (1), Granja Florestal (2), Caleme (2), Caxangá (1) e Corta Vento (1).

Texto: Fabiana Fuchs
Fotos: Marco Esteves

Caixa Econômica deve quitar contratos habitacionais

Os mutuários da Caixa Econômica Federal com contratos de financiamento habitacional celebrados até 31 de dezembro de 1987, cuja última prestação já tenha sido paga e que ainda tenham saldo residual terão seus contratos quitados e ainda receberão de volta o que pagaram desde outubro de 2000, desde que tenham a cobertura do Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS).
A decisão, da 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília, julgou favorável apelação da Associação Brasileira dos Mutuários de Habitação (AMBH), que pedia a quitação dos contratos com essas características.

Os desembargadores entenderam que cobrir saldos residuais de financiamentos cuja última prestação já tenha sido paga é uma das finalidades do fundo. Além disso, embasados por uma medida provisória convertida em lei em outubro de 2000, a 5ª Turma também determinou à Caixa e à Empresa Gestora de Ativos (Emgea) que devolvam os valores eventualmente cobrados e efetivamente pagos pelos mutuários a partir da edição da medida provisória.

A associação tinha recebido uma sentença desfavorável em primeiro grau, mas teve seu pedido atendido pela 5ª Turma do tribunal.

As duas instituições têm prazo de 60 dias para cumprirem a decisão, sob pena de pagarem multa de R$ 1 mil por dia de atraso. A Caixa informou que ainda não recebeu a notificação da Justiça Federal, mas que irá recorrer da decisão nos próximos dias. Com informações da Agência Brasil.
 

Fonte: Conjur - Consultor Jurídico 

Prazo maior para pagar crédito imobiliário na Caixa entra em vigor




A Caixa passa, a partir desta segunda-feira, a financiar imóveis habitacionais em 35 anos para todos os tipos de contratos - até ontem, esse prazo máximo era de 30 anos. O banco também começa a praticar novas taxas de juros para financiamento habitacional.
Os novos juros praticados pela Caixa são: pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH - ou seja, imóveis com valor até R$ 500 mil) a taxa mensal de 8,85% ao ano (ante 9% anteriormente). Se o contratante for cliente do banco, a taxa pode chegar a 7,8%. Fora do SFH (imóveis acima de R$ 500 mil), os juros caíram de 10% para 9,9% ao ano (para o público em geral) e até 8,9%, se o contratante for cliente. Para todos os contratos, além da taxa de juros, incide também a Taxa Referencial (TR).

As regras ainda não valem para os contratos dentro do Minha Casa, Minha Vida nem para os financiamentos que usam recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Vale esclarecer que esta regra se aplica para a fonte dos recursos emprestados pelo banco. O contratante que tiver recursos do FGTS e quiser sacar para abater sua dívida, também terá acesso às novas taxas e prazo.
Empresas
As construtoras e incorporadoras também tiveram diminuição das taxas de juros para financiamento à produção de imóveis residenciais e comerciais. A taxa efetiva praticada para a construção de casas passou de 11,5% para 10,3% - que pode chegar a 9% se a empresa for cliente Caixa. No caso de imóveis comerciais, os juros passam de 14% para 13%. Se a empresa tiver conta no banco, a taxa cai para 11% ao mês. Os juros para empresas de qualquer ramo de atividade que quiserem comprar um imóvel comercial vão passar dos atuais 13,5% para 12,5%, ou até 11,5% se a pessoa jurídica for cliente do banco. O prazo de financiamento para as empresas também aumentou de 24 para 36 meses.
Entenda 
- A Caixa Econômica Federal ampliou o prazo para quitação de financiamento imobiliário de 30 para 35 anos, a partir desta segunda
- O banco também reduziu os juros para este tipo de crédito
- Para contratos que se enquadram no SFH, a taxa caiu de 9% ao ano para 8,85% (ou até 7,8%, no caso de clientes da Caixa)
- Para imóveis que estejam fora do SFH, as taxas caíram de 10% para 9,9% ao ano (ou até 8,9% para clientes)
- Os benefícios não valem para contratos dentro do programa Minha Casa, Minha Vida ou que utilizem recursos do FGTS

Fonte: Terra

Plano de saúde terá que garantir leito em hospital




Todo dia, pelo menos nove pacientes entram com ação. Defensoria quer proibir convênios de ampliar clientela e obrigar internação em rede não credenciada caso não tenham leitos Rio - Pagar todo mês o plano de saúde para fugir das filas do SUS deixou de ser garantia de atendimento médico no Rio. Segurados têm sido forçados a recorrer à Justiça para garantir internações, cirurgias e exames
. Por dia, nove pacientes com plano procuram a Defensoria Pública do Estado, seja no Núcleo de Defesa do Consumidor (em média cinco), seja à noite, no Plantão Judiciário (quatro).
A falta de leitos credenciados para CTI e UTI neonatal tem levado ao desespero defensores públicos, que já trabalham em ação civil pública para proibir operadoras de vender planos enquanto não aumentarem a rede credenciada. Eles querem que o convênio pague outro hospital privado se não tiver leito para oferecer. Em todo o estado do Rio, 6.032.586 pessoas têm plano de saúde.
Aos 40 dias de vida, Gabriel Gonçalves, que tem plano, só conseguiu ser internado na UTI depois que seu pai, Fábio Gonçalves, buscou o plantão judiciário. “Fiz o plano dele num dia. No seguinte, ele começou a ter dificuldade de respirar. Levei num hospital público porque achei que era só nebulização. Mas ele piorou muito. A operadora disse que tinha carência. Mas a médica da rede pública me orientou a buscar a Justiça”, contou Fábio. Após entrarem com a ação, o bebê foi hospitalizado.
“A impressão é que os planos estão comercializando produtos, mas não estão fazendo com que o crescimento da rede credenciada seja compatível com a malha de associados”, disse o defensor público Fábio Schwartz. “Estamos levantando os casos para entrar com ação contra as operadoras”.
Segundo Schwartz, antes de dar entrada na ação, a Defensoria tentará Termo de Ajustamento de Conduta: “A gente pode firmar um termo de compromisso com metas a serem cumpridas”.
Em três horas, quatro pedem socorro à Defensoria
Em três horas no Plantão Judiciário de terça-feira, O DIA flagrou cinco pessoas atendidas com problemas relacionados ao atendimento de saúde — quatro com planos.
“Meu filho Caio, de 7 meses, está com diarreia, vomitando e desidratado. Ele estava no soro, mas os médicos deram alta porque o plano não autorizou a internação. Eles dizem que ele só poderia ser atendido por 12 horas”, disse, chorando, o operador de rádio Willian Galhardo,42 que paga há 2 meses o plano Dix.
Caio foi internado e a cirurgia, autorizada. Em nota, a Amil, dona da Dix, afirma que não recusou atendimento e que a família entrou com liminar por achar que teria o pedido de internação negado. Já a Dix diz que não há registro de pedido de internação, apesar de o bebê estar internado.
Falta de leitos na rede força internação até em outro estado
A falta de leitos na rede credenciada aumenta o sofrimento das famílias. Além da demora para ser atendido e da necessidade de recorrer à Justiça, há casos em que pacientes precisaram ser internados longe de casa.
“Temos caso de paciente transferido até para outro estado. É comum a pessoa morar no Rio e ser internada em São Gonçalo, em Caxias. Tem sido recorrente”, conta Schwartz.
Foi o que aconteceu com o pequeno Gabriel. Morador de Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio, o bebê só pôde ser internado em Duque de Caxias, na Baixada. “Não tinha UTI neonatal perto de casa. É longe, mas estou mais tranquila. Ele estava na emergência sem os aparelhos necessários”, diz mãe Antônia Rodrigues.
FÁBIO SCHWARTZ, DEFENSOR PÚBLICO: ‘A GENTE SE SENTE DE MÃOS ATADAS’
Defensor Público do Núcleo de Defesa do Consumidor, Fábio Schwartz afirma que 95% das liminares relacionadas a recusas de planos de saúde pedidas à Justiça são concedidas. Nem todas, no entanto, são cumpridas. Para ele, a necessidade de se ter um plano — devido “à falência da rede pública” — deixa o consumidor em posição difícil. Ele afirma ainda que as operadoras “estão ávidas por lucro”.
1. Em dez anos, o número de usuários de planos cresceu 50%. Isso aumenta a falta de leitos?
— Hoje, ninguém quer depender da saúde pública porque ela está falida. As classes C e D estão aumentando a renda e se esforçando para pagar pela saúde suplementar. Só que os planos de saúde recebem a demanda, mas não investem na mesma proporção na ampliação da rede credenciada.
2. Algumas liminares não são cumpridas. Qual o caminho para solucionar o problema?
— A Defensoria garante o acesso ao Judiciário, que, em última instância, é o grito de desespero do consumidor. Às vezes, os planos descumprem a liminar. O problema vem ganhando dimensão muito grande, é sistêmico, não vai ser resolvido por um só setor. É preciso conjugação de forças do Judiciário, Executivo, fiscalização e multas pesadas.
3. Como é atender um pai com um filho em risco de vida e saber que, mesmo com liminar, o filho pode não ter um leito?
— É muito angustiante. A gente se sente, às vezes, de mãos atadas, angustiado, mas sempre pronto para enfrentar com as armas que a gente tem, que nem sempre são suficientes.
4. As operadoras agem de forma parecida?
— Sim. Todas, praticamente, se nivelam por baixo e adotam a mesma postura. A mentalidade não está focada em satisfazer as necessidades dos consumidores. Os planos de saúde são ávidos por lucro. A visão deles é de uma atividade puramente econômica. O que não deveria ocorrer porque, se eles queriam visar só o lucro, deveriam procurar outro ramo para atuar.
5. Além da falta de leitos, a Defensoria já recebeu outras queixas?
— Os problemas são cíclicos. Houve uma época em que o maior problema era que os planos se recusavam a cobrir órteses e próteses. Agora, surgiu um novo fato, que é a ausência de leitos para internação.
Fonte: O Dia Online - 11/06/2012

domingo, 10 de junho de 2012

Greve de servidores federais deve ganhar mais adesões



A greve que já atinge 51 instituições federais de ensino deve arregimentar novos servidores a partir desta segunda-feira. É o que promete a Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), que reúne 37 sindicatos em todo o País. Segundo a entidade, a greve irá crescer devido à falta de resultado nas negociações com o Executivo sobre reajuste salarial, recebimento de gratificações e reestruturação de carreiras.
A partir desta segunda, entram em greve os trabalhadores técnico-administrativos em educação nas universidades federais e os funcionários federais do setor de geografia e estatística. Na quarta-feira (13), os servidores do Judiciário Federal e do Ministério Público da União prometem cruzar os braços. Na mesma data, os servidores federais da educação básica, profissional e tecnológica também devem paralisar os trabalhos.
Segundo a Condsef, a greve geral dos servidores federais deve começar em 18 de junho e continuar por tempo indeterminado. A medida foi aprovada na última segunda-feira (4) por mais de 300 representantes sindicais de 20 unidades da federação, reunidos em Brasília. Servidores insatisfeitos marcharam na Esplanada dos Ministérios na terça-feira (5) e foram recebidos em reunião no Ministério do Planejamento, mas segundo os grevistas, não houve avanços nas negociações.
Além das questões salariais e da cobrança por reestruturação das carreiras antes da realização de novos concursos públicos, os servidores federais também protestam contra a Medida Provisória 568/12, em tramitação no Congresso Nacional. Caso aprovada, a norma muda o cálculo dos adicionais de insalubridade e de periculosidade, além de alterar a carga horária de médicos e outras categorias que possuem jornada estabelecida em lei.
A greve dos professores das universidades federais, que puxou a mobilização das outras carreiras, completou mais de 20 dias e não tem data para terminar. O Ministério da Educação considera a paralisação precipitada pois acredita que há tempo suficiente para alterações no Projeto de Lei Orçamentária para 2013, que deve ser fechado até 31 de agosto. O Ministério do Planejamento ainda não se manifestou oficialmente sobre o indicativo de greve geral dos servidores públicos federais.
Além disso, médicos servidores públicos federais já anunciaram que pretendem paralisar as atividades na próxima terça-feira (12) em protesto contra a Medida Provisória (MP) nº 568, de 2012, que trata da remuneração e da jornada de trabalho de profissionais de saúde.


Agência Brasil

Com público superior a 50 mil, Rio+20 fecha escolas e altera trânsito

Frota extra de coletivos ajudará no deslocamento entre 13 e 22 de junho

A Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, promete alterar a rotina dos moradores da cidade entre os dias 13 e 22 de junho. Embora o comitê da ONU (Organização das Nações Unidas) não tenha uma estimativa de público oficial, 50 mil pessoas foram cadastradas para comparecer ao Riocentro, na zona oeste. A expectativa é de que 38 mil participantes passem pelo local diariamente, além dos 5.000 funcionários.
Mesmo abaixo da expectativa, a rede hoteleira está com uma taxa deocupação de 83% nos primeiros dias da cúpula e de quase 95% entre os dias 20 e 22, quando chefes de Estado do mundo inteiro estarão no Rio para a conferência.

Diante do megaevento, os principais orgãos montaram esquemas especiais de segurança, trânsito e transporte na cidade, por exemplo. 

Trânsito

A prefeitura pede aos moradores que evitem circular perto dos locais de eventos, entre os dias 13 e 22, e que os participantes deem preferência ao transporte público, pois nenhum dos locais de evento terá estacionamento para os participantes, apenas para os líderes. Os dias 20, 21 e 22 serão os de maior movimento por causa do deslocamento dos chefes de Estado presentes na cidade.

Não haverá faixas exclusivas para as delegações e todas as faixas reversíveis serão canceladas. A alteração mais significativa no trânsito será na avenida Niemeyer, que funcionará em mão única. A via terá apenas sentido para São Conrado, das 13h às 16h, no dia 20, e das 8h às 11h, nos dias 21 e 22. Ela estará aberta somente no sentido Leblon das 18h às 21h, no dia 20, das 15h às 20h, no dia 21, e das 12h às 15h, no dia 22.

A avenida Salvador Allende será interditada apenas no dia 20, em função da cerimônia com os chefes de Estado. O bloqueio será entre 17h e 18h30.

Com apoio de uma frota extra, 70 ônibus levarão o público aos eventos, com os trajetos: aeroportos Galeão e Santos Dumont / zona sul (tarifa R$ 12); Galeão / Barra da Tijuca (tarifa R$ 12); e zona sul e Barra / Riocentro (R$ 5,40). Além disso, 29 ônibus convencionais com ar-condicionado, com tarifa de R$ 5,40, farão o trajeto da linha 332 (Taquara / Castelo - via Riocentro e orla).

Aeroportos

De acordo com o ministro da Defesa, Celso Amorim, os aeroportos Internacional Antônio Carlos Jobim e Santos Dumont não fecharão durante a conferência. No entanto, haverá restrição no espaço aéreo no Riocentro, onde os chefes de Estado e de governo se reunirão. Os aviões transportando as autoridades terão prioridade sobre os voos comerciais, o que pode provocar atrasos. Os aviões de autoridades utilizarão a Base Aérea do Galeão, na Ilha do Governador.

Guardas municipais
A operação da Guarda Municipal do Rio começou na última terça-feira (5), com 2.500 agentes e 219 viaturas, divididos em turnos. Entre os dias 20 e 21, 1.091 guardas trabalharão para a Rio+20, em apoio às atividades de segurança, e 41 batedores farão a escolta de chefes de Estado. A GM-Rio também vai atuar com 331 agentes no trânsito e outros 150 farão o patrulhamento da Cúpula dos Povos, no aterro do Flamengo, das 7h às 22h.

Feriado e ponto facultativo
O feriado escolar nas instituições de educação infantil e de ensinos fundamental, médio, técnico ou superior, assim como creches e cursos, ocorrerá nos dias 20, 21 e 22 para diminuir o fluxo de tráfego na cidade. Dois dias de aula serão repostos em dezembro, segundo o município.
No mesmo período das escolas, a Prefeitura do Rio e o governo federal estabeleceram ponto facultativo nas repartições públicas. No entanto, a medida não se aplicará aos estabelecimentos de assistência médica e hospitalar, segurança pública, aeroportos, telecomunicações e Forças Armadas.
Turismo
O atendimento ao turista será reforçado com postos extras de informações. Além disso, o site www.rioguiaoficial.com.br tem a agenda de eventos oficiais e paralelos, além de informações culturais sobre a cidade, meios de transporte, hospedagem e restaurantes. O conteúdo estará disponível em português, inglês e espanhol. Quem preferir pode acessá-lo gratuitamente também no app Rio Guia Oficial, disponível para smartphones, iPhone, Android e Blackberry.

Alojamentos

Não será permitido acampar fora dos locais determinados, então veja abaixo a lista de locais adequados. A Quinta da Boa Vista, na zona norte do Rio, foi escolhida para abrigar as pessoas que não estão ligadas à Cúpula dos Povos. O sambódromo, no centro, abrigará até 10 mil pessoas de diversos movimentos sociais; o Ciep (Centros Integrados de Educação Pública) da rua do Lavradio, 900 pessoas; o campus da praia Vermelha da UFRJ terá até 2.500 pessoas, fora os 140 ciclistas de todos os Estados; a escola de comunicação da UFRJ abrigará 500 da Rede Afro-Ambiental; e o Ciep Tancredo Neves terá espaço para 550 representantes das associações das Mulheres Brasileiras e Mulheres Negras do Brasil.

Comlurb

A Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana) aumentou o efetivo de garis e intensificou o cronograma de limpeza em três turnos nos locais próximos aos eventos e nos pontos turísticos da cidade. Nos acampamentos, a coleta de lixo será diária.

Saúde
 

A Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil terá um esquema especial. Hospitais, UPAs (Unidade de Pronto Atendimento), as coordenações de emergências regionais e unidades especializadas ficaram de prontidão durante todo o período da Rio+20.
Esquema de segurança
A operação de segurança para a conferência começou na última terça-feira (5) com cerca de 15 mil homens, sendo 8.000 das Forças Armadas, 2.500 da Polícia Militar, 1.400 da Polícia Federal, 1.400 da Polícia Rodoviária Federal, mil agentes da Guarda Municipal, 600 homens do Corpo de Bombeiros e um efetivo não divulgado de policiais civis.
Serão usados 29 helicópteros para monitorar os deslocamentos. O Centro de Coordenação de Operações de Segurança, montado na sede do Comando Militar do Leste, receberá imagens de cerca de 550 câmeras espalhadas por toda a cidade.

Fonte: R7 

Inscrições em 17 órgãos para 2,9 mil vagas; em MT, concurso do TRT







Pelo menos 17 órgãos abrem as inscrições na segunda-feira (11) e terça-feira (12) para 2.914 vagas e formação de cadastro de reserva em cargos de todos os níveis de escolaridade. Confira todas as oportunidades na aba "CONCURSOS PÚBLICOS" em nosso BLOG.:)

RJ: risco de deslizamento faz prefeitura soar alarme na Rocinha



Devido ao grande volume de chuva acumulada nos últimos quatro dias, a prefeitura do Rio de Janeiro acionou na tarde deste sábado, de forma preventiva, o Sistema de Alerta e Alarme Comunitário na região da Rocinha, na zona sul da cidade. De acordo com a prefeitura, o índice acumulado pluviométrico registrado na região atingiu 200 mm nas últimas 96 mm, valor que pode deixar a encosta vulnerável a deslizamentos.

As sirenes foram disparadas às 14h15, fazendo com que cerca de 900 moradores fossem orientados por 135 agentes comunitários, da Defesa Civil e da Secretaria Municipal de Assistência Social. Os moradores foram direcionados aos 10 pontos de apoio. De acordo com o Alerta Rio, nas últimas 96 horas, choveu na região da Rocinha mais que o dobro do esperado para o mês todo.

Antes das sirenes tocarem, as lideranças comunitárias treinadas pela Defesa Civil já haviam informado aos moradores sobre a possibilidade de evacuação assim que receberam as mensagens nos celulares que a prefeitura do Rio disponibilizou - que fazem parte do sistema de alerta preventivo. Equipes da Geo-Rio, Secretaria Municipal de Conservação, Comlurb e CET-Rio se deslocam para o local. Por volta das 14h30, enquanto os moradores se dirigiam aos pontos de apoio, a Defesa Civil realizava vistorias.

Instalado em 102 comunidades, esta é a segunda vez que o Sistema de Alerta e Alarme Comunitário de sirenes da Defesa Civil é acionado este ano, sendo a primeira na Rocinha. Em março, o sistema foi acionado na comunidade Sítio Pai João, no Itanhangá. Nas últimas quatro horas, os maiores acumulados de chuva foram: Alto da Boa Vista (17,6 mm), Grota Funda (18,4 mm) e Barra/Itanhangá (25,8 mm). O município continua em Estágio de Atenção, segundo nível em uma escala de quatro, e que significa a possibilidade de chuva moderada, ocasionalmente forte, nas próximas horas. A prefeitura do Rio pede que a população siga as orientações da Defesa Civil.




Neste domingo o dia permaneceu nublado na capital do Rj, com alguns momentos de chuva fraca. Os termômetros registravam 22° pela manhã na Pça Saens Pena - Tijuca


 

Programa MonitorAr- Rio


O Programa MonitorAr-Rio é resultado do convênio entre a  Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e a Petrobras para a operação e  ampliação da Rede Municipal de Monitoramento da Qualidade do Ar .

O programa tem por objetivo:
· Monitorar a Qualidade do Ar na cidade
· Informar os resultados à população
· Conscientizar a todos sobre a questão  da poluição atmosférica
· Subsidiar ações e incentivar políticas  públicas 

 O MonitorAr-Rio conta com 8 estações fixas e uma unidade móvel em sua Rede de Monitoramento da Qualidade do Ar.
A rede monitora: material particulado (MP10 e MP2.5), dióxido de enxofre, monóxido de carbono, ozônio, hidrocarbonetos e óxidos de nitrogênio, além de umidade relativa, temperatura, velocidade e direção do vento, pressão atmosférica, radiação solar e precipitação. 


Acesse o link abaixo e verifique o boletim de qualidade do ar da área mais próxima de você.


http://infoper.homeip.net:8800/smac/boletim.jsp


O repórter Wilson Mendes conferiu de perto e aprovou a novidade que visa a melhoria da qualidade de vida da população em busca de um mundo sustentável.











Búzios se transformará na primeira cidade inteligente da América Latina


Moradores poderão gerenciar gasto de cada aparelho; cidade terá LED nas ruas
Famoso por suas praias, o município de Armação dos Búzios, no litoral fluminense, também será conhecido pela tecnologia a partir de agora. É que a localidade será a primeira "cidade inteligente" da América Latina, e a quarta do mundo.
A distribuidora de energia Ampla, que atende a cidade, vai instalar um novo sistema de medição inteligente na casa dos clientes para que as pessoas possam gerenciar o gasto de cada aparelho de forma individual e, com isso, traçar estratégias para reduzir os custos nas contas de luz. De acordo com as estimativas, é possível reduzir esse gasto em até 20%.
De acordo com um post no blog oficial da empresa, o projeto deverá ser implantado nos próximos 3 anos e custará R$ 37,6 milhões. Além das casas, a cidade também terá sinalização de trânsito com energia solar, lâmpadas de LED nas ruas da cidade e asfalto feito com borracha de pneu reciclado. A rede elétrica será flexível, automatizada e integrada.
Para a Ampla, esta não é uma moda passageira. "Ter maior responsabilidade social e investir em desenvolvimento sustentável é um caminho sem volta", afirma Marcelo Llévenes, presidente da Ampla.
                    Fonte: Ultradownloads
                       Igor Lopes 

Médicos do sistema público podem parar na terça-feira


Médicos de todo o País que atendem no sistema de saúde pública podem cruzar os braços a partir de próxima terça-feira, dia 12. O chamado para a paralisação foi feito pela Federação Nacional de Médicos (Fenam) como protesto contra a MP 568/2012, que altera o modelo de gratificação da atividade médica.

Segundo a entidade, a Medida Provisória prejudica a categoria ao reduzir os salários dos médicos servidores públicos federais em até 50%. Em carta aberta oficial, a federação orienta os sindicatos médicos a um movimento nacional que dure 24 horas a partir do dia 12 de junho.

Na mesma data, o tema pode ser tratado em uma reunião da Comissão Mista no Congresso. "A luta é nobre e as pressões devem ser intensas", diz o presidente da entidade, Cid Carvalhaes, em ofício solicitando esforços para uma mobilização ampla contra a medida.