quarta-feira, 20 de outubro de 2021

Faetec fará live sobre conscientização ao Câncer de Mama

Este mês de outubro é dedicado à conscientização ao câncer de mama, e sabemos que a prevenção e o autocuidado são fundamentais. Ciente da importância do tema, a Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec), instituição vinculada à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, adere à campanha “Outubro + que rosa” e vai transmitir a live “Outubro rosa: olhar integral para a saúde da mulher”, nesta quarta-feira, dia 20 outubro (quarta-feira), às 15 horas, no canal do YouTube da Rede Faetec. Para esta conversa foi convidada a palestrante Thaiane Nascimento Gomes Villarinho, docente do curso de Medicina, na Universidade Estácio de Sá, e enfermeira especialista em Saúde da Família. A mediadora será nossa profissional da saúde, Ursula Dias. Ao final do evento, o internauta que acompanhar a live ao vivo terá direito ao certificado de participação. O link da transmissão é: https://www.youtube.com/watch?v=RINxZOwZWik

Faetec: inscrições abertas para cadastro de reserva para os cursos de Qualificação Profissional e Técnico do Programa Novos Caminhos

A Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec), órgão da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, lança edital para compor o quadro de reserva do Programa Novos Caminhos. As vagas oferecidas são para os cursos de Qualificação Profissional e Técnicos. As informações completas você encontra no site da instituição: https://bit.ly/3DPSrDp. São mais de 20 cursos ofertados e distribuídos em mais de 50 unidades da Faetec. Dentre as oportunidades de Qualificação Profissional, estão Eletricista Instalador Predial de Tensão, Pedreiro de Alvenaria, Figurinista e Mecânico de Motocicletas, Soldador Oxiacetilênico, Costureiro de Máquina Reta e Overloque, Confeiteiro e outros. Já para vagas de Técnico Nível Médio, temos cursos em Segurança do Trabalho, Técnico em administração, técnico em edificações, técnico em dança, entre outros. “Temos inúmeras histórias de pessoas que tiveram outra perspectiva de vida após os cursos da Faetec. É uma imensa alegria anunciar essas vagas para a população, porque sabemos o quanto podem transformar famílias” destaca o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação. Para inscrição no curso de Qualificação Profissional é necessário possuir formação mínima de Ensino Fundamental I incompleto. Nas vagas destinadas ao Técnico de Nível Médio, oferecida na forma “Concomitância Externa”, o aluno precisa estar cursando o 2° ou 3° ano do Ensino Médio no ato da matrícula. As inscrições seguem abertas até o próximo dia 25 de outubro, ao meio-dia. O sorteio eletrônico e a divulgação do resultado estarão disponíveis no próprio dia 25, através do site da Faetec. Lembrando que as inscrições serão realizadas exclusivamente através do nosso site: http://www.faetec.rj.gov.br. Os contemplados no sorteio serão convocados conforme demanda de vagas. “Tanto os cursos Técnicos como os de Qualificação Profissional são grandes oportunidades para a vida. O mercado de trabalho vem exigindo cada vez mais profissionais completos. E a gente fica muito feliz em poder proporcionar ao estudante uma oportunidade de aprendizado”. Os alunos do Programa Novos Caminhos dispõem de uma bolsa-Formação, onde receberão uma ajuda de custo para uma passagem municipal ida e volta, e também lanche. A previsão de início das aulas é no próximo mês, 16 de novembro.

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

<b>Fernando Leite Mendes Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ambox scales.svg A neutralidade deste artigo foi questionada. (Julho de 2020) Fernando Leite Mendes Nascimento 6 de fevereiro de 1931 Ilhéus, Bahia Morte 9 de agosto de 1980 Rio de Janeiro Nacionalidade Brasileiro Ocupação Jornalista Procurar imagens disponíveis Fernando Leite Mendes (Ilhéus, 6 de fevereiro de 1931 — Rio de Janeiro, 9 de agosto de 1980), filho de Maria Augusta e José Aristides Leite Mendes, foi um jornalista, cronista, radialista e apresentador de TV. "Jornalista de talento excepcional, de Salvador seguiu Fernando Leite Mendes com sua vocação para o Rio onde, nos anos em que residiu na metrópole, nunca esqueceu as raízes baianas, sintonizadas em Ilhéus e Salvador. Em terras cariocas, no seu voo de homem inteligente, se impôs como editor, redator e cronista dos principais veículos da imprensa."[1] "Havia nele uma permanência de bom gosto e de clareza expositiva, onde forma e conteúdo viviam unidos, numa linguagem siamesa que ele reinventou e da qual se utilizava com uma simplicidade exasperante."[2] Índice 1 Biografia 2 Morte 3 Obras 4 Referências Biografia Aos 14 anos publicou sua primeira crônica no Diário da Tarde.[3] Em 1948 foi presidente da Associação dos Estudantes Secundários da Bahia (AESB).[4] Na década de 1950, como repórter político do jornal Última Hora, cobriu a campanha presidencial do candidato pela coligação PSD-PTB Juscelino Kubitschek no interior do país.[5] Sobre ele, escreveu na matéria "Afinal, Quem É Esse Juscelino?", na Última Hora de 14/6/1955: Juscelino, este cidadão que não acredita na tradicional beira do abismo, tem um interesse heroico por todos os problemas que lhe apresentam, sofre de uma mística muito rara na América do Sul, a mística da Lei. Fora dela não saberá viver. Assim como não pode o peixe vivo viver fora da água fria. Em 1954, publicou a coluna A POESIA DO ASFALTO na revista O Mundo Ilustrado. Em 1964 e 1965, colaborou assiduamente com o jornal Correio da Manhã, publicando, além de reportagens, uma coluna semanal de crônicas, SEXTA-FEIRA, ESTÓRIAS. Crítico da então chamada Revolução, o golpe militar de 1964, em "O Besouro Subversivo" (Correio da Manhã, 27 de novembro de 1964) vale-se de uma narrativa kafkiana para alfinetar o regime: Ele era um besouro subversivo. O único no mundo de meu Deus. Acordou assim, completamente besouro, besouro grande, de carapaça preta, a colcha encolhida sobre o ventre. Dormiu repórter e estudante de Direito, na véspera tinha ido a seus pontos de conspiração, deixara-se cair na cama e agora era um besouro. O estranho caso aconteceu sem Kafka, mas no clima do alemão de Praga. [...] A sua angústia de inseto – a força do seu estranho destino – cedeu lugar à certeza de que não fora ele, apenas, que ficara impedido de falar, de votar, de dizer a sua mensagem, de ir e vir por onde quisesse. Lá fora, legiões de besouros zumbiam em vão. A metamorfose tinha sido geral. Outros animais, grandes e fortes, dirigiam as leis e as armas. E Godofredo expirou na paz de inseto. Em 1965, foi apresentador do programa Telesemana na TV Globo. Em 1966, editou a revista Posto de Serviço e em 1967 foi diretor de T - Revista Brasileira de Turismo. Nessa época, chefiou a equipe de relações públicas da agência publicitária Rio Propaganda. Teve uma participação especial no filme de Maurício Gomes Leite A Vida Provisória de 1968, no papel de Ministro de Assuntos Exteriores.[6] Colaborou com o jornal Diário de Notícias de 1971 a 1976, inicialmente com uma coluna semanal intitulada "Fernando Leite Mendes aos sábados". Na crônica inaugural da coluna, em 31 de julho de 1971, escreveu: Para um cronista que escrevia às sextas-feiras, escrever aos sábados é uma promoção. Porque os dias não são iguais e, no progresso em que vou, acabarei escrevendo aos domingos e dias santos. A partir de 1972, sua coluna passou a ser diária, intitulada "FERNANDO LEITE MENDES". Nessa época escrevia editoriais para o jornal Última Hora sob o pseudônimo Hélio Werneck.[7] Mais à frente, na tentativa de atingir um público mais amplo, passou a atuar assiduamente no rádio e televisão. Em 1976-77, o programa Abertura da TV Educativa, canal 2, apresentava regularmente crônicas de Fernando Leite Mendes. Foi apresentador do programa "Aqui e Agora" da TV Tupi até o fechamento desse canal em julho de 1980, "o único programa que acredita em disco-voador", nas palavras de "o poeta", como Fernando Leite Mendes era chamado pelos colegas.[8] Participava do Debate Popular do programa Haroldo de Andrade na rádio Globo. Segundo Artur da Távola, "O rádio primeiro e depois a TV praticamente fizeram renascer um homem: Fernando Leite Mendes. Quando começou nos 'Debates Populares' de Haroldo de Andrade na Rádio Globo, Fernando era uma pessoa magoada e ressentida com a falta de repercussão e reconhecimento após muitos anos de jornalismo escrito. Boêmio, jamais tratou de juntar seus escritos. Esbanjava talento a varejo, frases soltas, fechos de editoriais. Perdia qualquer coisa, menos a boa frase."[9] Sobre Fernando Leite Mendes diz Cyro de Mattos: "Intensamente humano, autêntico lírico que gostava de expressar o lado encantador da vida, com uma capacidade de falar de modo simples e, ao mesmo tempo, sedutor e culto, de gesto solidário e terno, o tempo não quis que esse amanuense da palavra vivesse mais anos aqui entre os humanos."[10] Morte Morreu de infarto do miocárdio a caminho do Hospital Souza Aguiar, no Centro carioca. Foi enterrado no Cemitério do Campo Santo, em Salvador. Quando morreu, morava no bairro carioca de Santa Teresa, à Rua Almirante Alexandrino, 177, numa casa antiga que apelidou de Mansão do Rato Molhado, devido à proximidade do mirante com este mesmo nome.[11] Obras Os olhos azuis de D. Alina e algumas crônicas, coletânea de 50 crônicas publicadas postumamente em 1985 pela Fundação Cultural do Estado da Bahia. O gigante e a bicicleta e outras belas crônicas, seleção e organização de Cyro de Mattos e Ivo Korytowski, Editora Via Litterarum, 2020. Referências Cyro de Mattos. «Um mestre da crônica». Consultado em 2 de julho de 2020 Raul Giudicelli, "O retrato do ausente", Revista Nacional n. 176 (11-17/4/1982) do Jornal do Commercio. Nota de falecimento no Jornal do Brasil de 10/8/80, p. 38 do primeiro Caderno. O Momento, 27 de fevereiro de 1948, acessado na Hemeroteca Digital. "Norte do Paraná, mitologia e oeste americano sobre campos de café. A poeira vermelha cobrindo o asfalto novo das estradas e incendiando a imaginação. Eu era repórter de um jornal do Rio e estava acompanhando a viagem eleitoral de um candidato à Presidência da República. Corria o ano da graça de 1955; corriam também rumores de golpe: mudam os anos mas isso não muda." Crônica "As Tartarugas em Flor", Correio da Manhã, 25 de junho de 1965. Cinemateca Brasileira. «A VIDA PROVISÓRIA». Consultado em 2 de julho de 2020 Coluna Sebastião Nery, Tribuna da Imprensa, 12/4/1973. Mara Caballero, "Kitsch", "Happening", o Mau Gosto Bem-Sucedido, Jornal do Brasil, 11 de maio de 1980, Caderno B, p. 10. Crônica acessada no blog Wilson Mendes: A notícia atualizada diariamente, no blogspot. Cyro de Mattos. «Um mestre da crônica». Consultado em 2 de julho de 2020 Informação fornecida pelo filho Wilson Leite Mendes. Categorias: Nascidos em 1931Mortos em 1980Cronistas do BrasilEscritores da BahiaJornalistas da BahiaNaturais de Ilhéus

 

Fernando Leite Mendes

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fernando Leite Mendes
Nascimento6 de fevereiro de 1931
Ilhéus, Bahia
Morte9 de agosto de 1980
Rio de Janeiro
NacionalidadeBrasileiro
OcupaçãoJornalista

Fernando Leite Mendes (Ilhéus, 6 de fevereiro de 1931 — Rio de Janeiro, 9 de agosto de 1980), filho de Maria Augusta e José Aristides Leite Mendes, foi um jornalista, cronista, radialista e apresentador de TV. "Jornalista de talento excepcional, de Salvador seguiu Fernando Leite Mendes com sua vocação para o Rio onde, nos anos em que residiu na metrópole, nunca esqueceu as raízes baianas, sintonizadas em Ilhéus e Salvador. Em terras cariocas, no seu voo de homem inteligente, se impôs como editor, redator e cronista dos principais veículos da imprensa."[1] "Havia nele uma permanência de bom gosto e de clareza expositiva, onde forma e conteúdo viviam unidos, numa linguagem siamesa que ele reinventou e da qual se utilizava com uma simplicidade exasperante."[2]

Biografia

Aos 14 anos publicou sua primeira crônica no Diário da Tarde.[3] Em 1948 foi presidente da Associação dos Estudantes Secundários da Bahia (AESB).[4] Na década de 1950, como repórter político do jornal Última Hora, cobriu a campanha presidencial do candidato pela coligação PSD-PTB Juscelino Kubitschek no interior do país.[5] Sobre ele, escreveu na matéria "Afinal, Quem É Esse Juscelino?", na Última Hora de 14/6/1955:

Juscelino, este cidadão que não acredita na tradicional beira do abismo, tem um interesse heroico por todos os problemas que lhe apresentam, sofre de uma mística muito rara na América do Sul, a mística da Lei. Fora dela não saberá viver. Assim como não pode o peixe vivo viver fora da água fria.

Em 1954, publicou a coluna A POESIA DO ASFALTO na revista O Mundo Ilustrado. Em 1964 e 1965, colaborou assiduamente com o jornal Correio da Manhã, publicando, além de reportagens, uma coluna semanal de crônicas, SEXTA-FEIRA, ESTÓRIAS. Crítico da então chamada Revolução, o golpe militar de 1964, em "O Besouro Subversivo" (Correio da Manhã, 27 de novembro de 1964) vale-se de uma narrativa kafkiana para alfinetar o regime:

Ele era um besouro subversivo. O único no mundo de meu Deus. Acordou assim, completamente besouro, besouro grande, de carapaça preta, a colcha encolhida sobre o ventre. Dormiu repórter e estudante de Direito, na véspera tinha ido a seus pontos de conspiração, deixara-se cair na cama e agora era um besouro. O estranho caso aconteceu sem Kafka, mas no clima do alemão de Praga. [...] A sua angústia de inseto – a força do seu estranho destino – cedeu lugar à certeza de que não fora ele, apenas, que ficara impedido de falar, de votar, de dizer a sua mensagem, de ir e vir por onde quisesse.

Lá fora, legiões de besouros zumbiam em vão. A metamorfose tinha sido geral. Outros animais, grandes e fortes, dirigiam as leis e as armas.

E Godofredo expirou na paz de inseto.

Em 1965, foi apresentador do programa Telesemana na TV Globo. Em 1966, editou a revista Posto de Serviço e em 1967 foi diretor de T - Revista Brasileira de Turismo. Nessa época, chefiou a equipe de relações públicas da agência publicitária Rio Propaganda. Teve uma participação especial no filme de Maurício Gomes Leite A Vida Provisória de 1968, no papel de Ministro de Assuntos Exteriores.[6] Colaborou com o jornal Diário de Notícias de 1971 a 1976, inicialmente com uma coluna semanal intitulada "Fernando Leite Mendes aos sábados". Na crônica inaugural da coluna, em 31 de julho de 1971, escreveu:

Para um cronista que escrevia às sextas-feiras, escrever aos sábados é uma promoção. Porque os dias não são iguais e, no progresso em que vou, acabarei escrevendo aos domingos e dias santos.

A partir de 1972, sua coluna passou a ser diária, intitulada "FERNANDO LEITE MENDES". Nessa época escrevia editoriais para o jornal Última Hora sob o pseudônimo Hélio Werneck.[7] Mais à frente, na tentativa de atingir um público mais amplo, passou a atuar assiduamente no rádio e televisão. Em 1976-77, o programa Abertura da TV Educativa, canal 2, apresentava regularmente crônicas de Fernando Leite Mendes. Foi apresentador do programa "Aqui e Agora" da TV Tupi até o fechamento desse canal em julho de 1980, "o único programa que acredita em disco-voador", nas palavras de "o poeta", como Fernando Leite Mendes era chamado pelos colegas.[8] Participava do Debate Popular do programa Haroldo de Andrade na rádio Globo. Segundo Artur da Távola, "O rádio primeiro e depois a TV praticamente fizeram renascer um homem: Fernando Leite Mendes. Quando começou nos 'Debates Populares' de Haroldo de Andrade na Rádio Globo, Fernando era uma pessoa magoada e ressentida com a falta de repercussão e reconhecimento após muitos anos de jornalismo escrito. Boêmio, jamais tratou de juntar seus escritos. Esbanjava talento a varejo, frases soltas, fechos de editoriais. Perdia qualquer coisa, menos a boa frase."[9]

Sobre Fernando Leite Mendes diz Cyro de Mattos: "Intensamente humano, autêntico lírico que gostava de expressar o lado encantador da vida, com uma capacidade de falar de modo simples e, ao mesmo tempo, sedutor e culto, de gesto solidário e terno, o tempo não quis que esse amanuense da palavra vivesse mais anos aqui entre os humanos."[10]

Morte

Morreu de infarto do miocárdio a caminho do Hospital Souza Aguiar, no Centro carioca. Foi enterrado no Cemitério do Campo Santo, em Salvador. Quando morreu, morava no bairro carioca de Santa Teresa, à Rua Almirante Alexandrino, 177, numa casa antiga que apelidou de Mansão do Rato Molhado, devido à proximidade do mirante com este mesmo nome.[11]

Obras

  • Os olhos azuis de D. Alina e algumas crônicas, coletânea de 50 crônicas publicadas postumamente em 1985 pela Fundação Cultural do Estado da Bahia.
  • O gigante e a bicicleta e outras belas crônicas, seleção e organização de Cyro de Mattos e Ivo Korytowski, Editora Via Litterarum, 2020.

Referências

  1. ↑ Cyro de Mattos. «Um mestre da crônica». Consultado em 2 de julho de 2020
  2. ↑ Raul Giudicelli, "O retrato do ausente", Revista Nacional n. 176 (11-17/4/1982) do Jornal do Commercio.
  3. ↑ Nota de falecimento no Jornal do Brasil de 10/8/80, p. 38 do primeiro Caderno.
  4. ↑ O Momento, 27 de fevereiro de 1948, acessado na Hemeroteca Digital.
  5. ↑ "Norte do Paraná, mitologia e oeste americano sobre campos de café. A poeira vermelha cobrindo o asfalto novo das estradas e incendiando a imaginação. Eu era repórter de um jornal do Rio e estava acompanhando a viagem eleitoral de um candidato à Presidência da República. Corria o ano da graça de 1955; corriam também rumores de golpe: mudam os anos mas isso não muda." Crônica "As Tartarugas em Flor", Correio da Manhã, 25 de junho de 1965.
  6. ↑ Cinemateca Brasileira. «A VIDA PROVISÓRIA». Consultado em 2 de julho de 2020
  7. ↑ Coluna Sebastião Nery, Tribuna da Imprensa, 12/4/1973.
  8. ↑ Mara Caballero, "Kitsch", "Happening", o Mau Gosto Bem-Sucedido, Jornal do Brasil, 11 de maio de 1980, Caderno B, p. 10.
  9. ↑ Crônica acessada no blog Wilson Mendes: A notícia atualizada diariamente, no blogspot.
  10. ↑ Cyro de Mattos. «Um mestre da crônica». Consultado em 2 de julho de 2020
  11. ↑ Informação fornecida pelo filho Wilson Leite Mendes.

A volta do nosso blog

 Olá amigos e amigas, depois de alguns anos sem ser alimentado com informações eu e minha família decidimos voltar com o nosso blog. Nada melhor para um fim de pandemia do que um novo processo de revitalização, conto com os amigos e todos que nos acompanham pelas redes sociais. 

Grato Wilson Mendes



Obrigado pelo apoio do Bruno da 2001GNV

Conselhos de um alergista


 

Outubro Rosa


 

Pré lançamento do livro " O gigante e a bicicleta e outras belas crônicas"

 https://www.youtube.com/watch?v=z8U_1lHhqao



quinta-feira, 6 de julho de 2017

A Cruz Vermelha   Brasileira Teresópolis com a nova administração 1° ano de direção neste exercício, feliz por estar podendo realizar assistência humanitária e da saúde ao povo de Teresópolis, quer e registra os parabéns ao Município, pela passagem do 126° aniversário de sua fundação, 06 de julho de 2017.
Álvaro Ayres Pereira

Paulo Ricardo Amorim

Vereador Leonardo Vasconcellos parabeniza Teresópolis


quinta-feira, 4 de maio de 2017

VIGILÂNCIA SANITÁRIA VAI RECOLHER LOTES DE ÁGUA MINERAL QUE CONTÊM COLIFORMES FECAIS




A Vigilância Sanitária Municipal (VSM) do Rio vai recolher lotes de água mineral que estão sendo comercializados e que contêm coliformes fecais. O alerta e a informação foram divulgados, nesta quinta-feira (04/05), pelo assessor técnico da VSM, Eduardo Laviola, durante audiência pública da Comissão de Segurança Alimentar da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), presidida pela deputada Lucinha (PSDB). De acordo com ele, das 16 amostras coletadas pela Prefeitura desde o dia 22 de março, quatro resultados foram insatisfatórios, inclusive com a presença de coliformes. Oito foram satisfatórios e quatro ainda estão em análise. “É uma denúncia muito grave que afeta a saúde de toda a população”, disse Lucinha.

Representantes das indústrias fabricantes de água mineral presentes na audiência afirmaram que irão pedir a contraprova dos testes. “A contraprova não impede que os produtos do mesmo lote sejam retirados do mercado. Teremos um prazo de 10 dias para resolver o pedido quando a contraprova for feita. Enquanto isso, as águas insatisfatórias serão recolhidas”, explicou Laviola. Segundo o laudo apresentado pela Vigilância Sanitária Municipal aos deputados, as marcas reprovadas no exame de qualidade foram: Cachoeiras de Macacu, Serra dos Órgãos, Natural e Dama. “É uma vergonha que muito me preocupa porque a população acredita que está consumindo uma água mineral saudável e não está”, declarou a deputada Lucinha.

Para a parlamentar, outro “grave problema” apresentado durante a audiência foi o sucateamento do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), vinculado ao Ministério das Minas e Energia, e responsável pelo licenciamento das lavras de água mineral. Presente ao encontro, o gerente de Fiscalização do DNPM no Rio, Willians Carvalho, queixou-se da falta de infraestrutura e do corte de 46% no orçamento da entidade. “Hoje, o único fiscal para cuidar de cerca de 102, 103 fontes de água mineral em todo o Estado do Rio sou eu. Além disso, tenho que lidar com falta de carro e combustível”, apontou Carvalho.

CPI da Água Mineral

Em virtude de todos os problemas relatados nas duas audiências sobre o mercado de água mineral no estado, a presidente da Comissão de Segurança Alimentar confirmou que vai pedir à Presidência da Alerj para transformar o assunto em uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), com poder para convocar representantes de instituições. “A coisa é tão séria que vou pedir ao presidente da Casa para transformar essa comissão permanente, neste tema específico, a água mineral e a água adicionada de sais, em uma CPI. Estamos observando que, a cada dia mais, a população consome um produto que, de acordo com análise, está contaminado”, comentou Lucinha.

Também participaram da audiência os deputados Dr. Julianelli (Rede) e Nivaldo Mulim (PR), além de representantes do Inmetro, do Ministério Público Estadual e da Vigilância Sanitária Estadual. Representantes da Anvisa e do Inea foram convidados e não compareceram.